sábado, 20 de dezembro de 2008

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Quem me viu, quem me vê: Adotei novos hábitos, apaguei fotos e telefones inúteis. Hoje só preservo as pessoas e coisas que me convém. No mais, ou melhor, no menos, tudo é resto, sobra, excesso, excretas. E o resultado mais-que-positivo de tudo isso é que não adquiri nenhum cabelo branco, nenhuma olheira, pés de galinha, nem mesmo minha testa enruga quando a franzo contra o sol do meio-dia. Ah, e ainda to longe de ter gastrite. Conservei somente o que é necessário, o que garante meu bem-estar e compete a minha felicidade. Melhorei bastante de um tempo pra cá. Retalhei o relacionamento familiar, já saturado, de laço roto e amarrotado. Fiz o que julgava impraticável: reuni forças para engolir o orgulho, como um remédio líquido de cheiro ruim que eu realmente precisava tomar. E, muito pelo contrário do que cheguei a imaginar, não me arrependi. Resgatei minhas energias internas, renovei o ânimo e tudo mais, graças também as minhas últimas saídas bem sucedidas e sempre super bem acompanhada. E não tenho como suportar a ideia da tristeza, pois tenho algumas fontes intermináveis de alegria, que só eu tenho o privilégio de ter. Fontes essas que eu posso citar nomes: Dinara, Vandinha, Lorena, Camila, Rebecka, Fusca, Paulinho, Gui, Moaka, Thiago. - são os dez que eu não vivo sem -

Um comentário:

Gabih, ou como preferir me chamar. disse...

Voltou a ser a menina que amo, que admiro. *-*
minha linda, minha gotosa!
Te Amoo minha Irmazinha mas totosa! *---*